terça-feira, 22 de março de 2011
Dime cómo
Dimé como hacer para acercarme a tus silencios. Dimé como saber si vale la pena este sentimiento. Porque nos es fácil. Te juro que no sabes cómo duele perderme así. Porque no puedo más seguir aguantándome así. Dime cómo saber si aún piensas en mí. Dime cómo explicar lo que siento por ti. Dime cómo arreglarlo, dimé cómo evitarlo, dime se debo gritar o guardarlo en mis labios. Dime cómo entender, cómo fue que sucedió. En un día de mi vida cambió. No entiendo qué derechos tendrás, para llegar a mi mundo y partirme a la mitad.
Mesmo que as palavras
sejam esquecidas, que a presença não seja constante e que os caminhos sejam diferentes, você pode ter certeza
que te amarei pra sempre.
que te amarei pra sempre.
Fizeram a gente acreditar
que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos trinta anos. Não contaram para nós que amor não é acionado, nem chega com hora marcada. Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta, a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é apenas mais agradável. Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não são confiáveis, que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto. Ah, também não contaram que ninguém vai dizer isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém.
Assinar:
Postagens (Atom)


